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Notícias

Parceria com os Prémios da Lusofonia

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Prémios da Lusofonia em parceria com a vertente Sociocultural do Gagicrc (http://gagicrc.com): IDAS Eventos - Integração e Desenvolvimento de Atividades Socioculturais (http://idas.gagicrc.com/ e http://idaseventos.gagicrc.com/), dentro da sua valência social Gagicrc Social (http://social.gagicrc.com), e da nossa iniciativa Música Lusófona TV (http://musicalusofonatv.gagicrc.com), para organização e divulgação da Gala Prémios da Lusofonia.

“Os PRÉMIOS DA LUSOFONIA constituem um momento de grande celebração da cidadania qualificada da língua portuguesa e do ideal da lusofonia.
É nossa intenção realizar uma Gala onde a arte e a cultura sejam a montra maior de um mundo que se entende através da língua portuguesa e que respeita as diferenças culturais que a história urdiu e os cidadãos dos nove países da língua oficial portuguesa aceitaram como suas. Aceitaram como um património comum e fraterno.
No próximo dia 2 de setembro iremos assistir a um evento onde terão lugar intervenções de grande qualidade e relevo, no quadro da cidadania de língua portuguesa em Portugal e no mundo. Veremos e ouviremos escritores, artistas, responsáveis associativos, atores. E, claro, iremos agraciar algumas das personalidades que, na área da lusofonia, mais se destacaram nos últimos tempos.
Esta GALA DOS PRÉMIOS DA LUSOFONIA terá a 2 de setembro a sua primeira edição. Nos próximos anos haverá novas edições porque o universo da língua portuguesa e da lusofonia tem a dimensão do sonho e todos os grandes sonhos são inesgotáveis”
ISABEL LEITÃO
(Mentora dos PRÉMIOS DA LUSOFONIA)
Detalhes: http://idaseventos.gagicrc.com/Eventos/Detalhe/26

Concerto de Solidariedade de Natalia Juskiewicz, um Violino no Fado

Concerto de Solidariedade, Natalia Juskiewicz, um Violino no Fado, a favor das vítimas dos incêndios no distrito de Leiria, sexta-feira 7 de julho, pelas 21h00, no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, Paris.
100% das receitas foram doadas às vítimas dos incêndios que assolaram as várias localidades do concelho de Leiria no passado mês de junho.

Mercedes dos deputados e myloves do povo moçambicano: para que servem as eleições?

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Refiller Boy é um jovem músico e crítico de fenómenos sociais com maior enfoque nos que são decorrentes da atuação dos governantes de Moçambique.

Na sua música Hi kombela rivalelo o jovem músico faz uma crítica sobre a situação da subida salarial discrepante verificada em 2017, onde um funcionário normal da função pública somente teve 500mtn=7 euros enquanto os deputados ganham um mercedes calculado em 5 milhões de meticais= 74. 622 Euros e os demais subsídios.

Refiller Boy refere que o povo pede desculpas, está arrependido, não sabia que votar se equiparava se condenar a pobreza e enriquecer os deputados, estes que ficam sempre engravidados, com barrigas grandes. Os governantes contraem dívidas ocultas em nome do povo que lhe confiou o poder. O Povo é transportado em “my love” (designação de amontoados de pessoas que se abraçam, apertam como se fossem íntimos em transporte caixa aberta).

Na mesma música, Refiller Boy faz uma crítica à subida dos preços de produtos de necessidades básicas como o pão, açúcar, transporte público, e mais.

Trata-se de uma música para a reflexão da atuação dos nossos governantes e sobre a importância do voto consciente.

Chitata nosso piano Manual, nossa cultura, nossa identidade


Imagem relacionadaA CHITATA é um tipo de piano de mão, que faz parte dos instrumentos idiófonos afinados

Viage para nosso belo Moçambique e conheça a nossa cultura, purifica seu espirito e renove as forças.

Sobre a Chitata

É constituído por uma tábua de madeira ou cavalete, na qual estão fixadas várias palhetas de ferro através de um ou mais travessões metálicos.

O cavalete é colocado sobre ou dentro de uma cabaça, que serve de caixa-de-ressonância. O tocador, metendo as mãos dentro da cabaça, utiliza os dois polegares e, o indicador da mão direita para dedilhar as palhetas. Também se podem pôr na cabaça chocalhos ou tampinhas para produzir mais sons.

Podemos encontrar este instrumento espalhado por todo o Centro e Norte de Moçambique, com algumas variações tanto no nome como na forma.

Nas províncias nortenhas Cabo Delgado, Nampula e Niassa, entre os macuas, é vulgar o uso da chitata. No entanto, na província da Zambézia, centro do país, este instrumento toma a designação de CASSASSE.

Ainda na zona centro, província de Tete, a chitata é conhecida por SANSI. Existe também a KALIMBA, em que a boca da cabaça é coberta por uma pele de animal.

Também é concebida em outras províncias, Manica e de Sofala, centro do país, como  MBIRA e em Inhambane, província do sul do país, na localidade de Mabote, é tida  como MALIMBA.

A chitata acompanha normalmente canções.

 

Gestão do trabalho, família e amigos nas sociedades

Nas sociedades atuais tem sido um grande desafio conseguir gerir o trabalho, amigos e ainda prestar a devida atenção à família. Muitos são os que reclamam porque sua filha, amigo, pai, esposa, esposo, irmão sejam lá quem for não lhes dá atenção por alegada pressão do trabalho.

Mr. Bow, um Jovem moçambicano, relata no vídeo acima colocado em link, a experiência de gestão do tempo.

Aqui se encontra o vídeo de um dos emblemáticos da música moçambicana, Mr. Bow, nela para além da alegria que se transmite pela dança, som acompanhado de vários instrumentos da cultura moçambicana, como é o caso da Timbila que relatamos na última pubicação, Mr. Bow partilha a experiência de gestão de tempo, sendo que o músico conta que de segunda à sexta concentra-se no trabalho, mas que na mesma sexta, eles saem para comemorar com os amigos o mesmo acontece ao sábado, mas que ao domingo o dia  é expressamente para a família, (esposa). 

De certa forma Mr. Bow refere que muitos que não sabem fazer a gestão do tempo, invejam os que conseguem articular o trabalho, amigos e família. Realça a Marrabenta, nosso estilo que dança em Moçambique. Relata também que a interação, viagens e o saber aproveitar recursos,  "o dinheiro não tem dono, a vida é uma roda" (sic) " os de Inhambane conseguem dinheiro em de Gaza, os de gaza conseguem dinheiro em Maputo e estes em Inhambane". 

É uma música com grandes ensinamentos que vale a pena ver, aliás, os moçambicanos vêem na música uma forma de manifestação dos seus sentimentos, pensamentos, retalhação de injustiças. É uma forma de partilhar a sua maneira de ver a realidade com quem lhes ouve ou lhes vêem.  

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